Quão amena é a dor de uma saudade
Quando se teima em sangrar-se na tristeza
Das severas e impassionais punições amorosas.
Quão sofrível é o caminhar de um amante
Quando se inspira na angústia fúnebre
De noções não escassas mas fartas de saudade.
Ah! Como são tristes as saudades.
Mesmo as azuis.
Mesmo as florais.
Vagam o peito e agridem as metas
De quem encontra abrigo nos monólogos
Disfarçados em episódios de uma vida falsária.
quinta-feira, 9 de julho de 2009
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2 olhares humanos:
Eu aqui de novoo! Uhuuul! \o/ rsrs
Foda também! Mais uma vez, me senti como o próprio.. rsrs Acho que deve ser pq, na essência, toda saudade é igual... sei la... Bem, fica com Deus!
é!!de saudade eu entendo bem...não consigo viver sem ela...lindo texto...parabéns...vc vai longe...bjs...
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