Duvido.
Duvido que tragas à mesa suas taras
Seus fetiches
Fantasias.
Duvido que se deite em minha lábia
Meus elogios
Galanteios.
Duvido!
Duvido que me cale os ouvidos
Os sentidos
A gemidos.
Duvido fazer-me duvidar de mim.
Sou coerente
Condizente a minhas idéias.
Mas duvido sequestrar-me dos prazeres
amorosos de tê-la em minhas mãos.
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
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3 olhares humanos:
A dúvida é instigante!
Esse poema se resume a uma coisa:
CRÉU!
A duvida nesse contexto é legal =D UAhUHAuha Tendeu? Tendeu? --' Deixa pra lá... òtimo poema, mano! Abraçundas!
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